
“Era de manhã cedinho quando Pietro resolveu ligar para Rafaela.— Rafa, vai fazer alguma coisa esse fim de semana?— Não Pietro, por quê?— Que tal irmos para a praia?— Está frio Pietro.— E daí? Não neva lá. É só friozinho. Eu levo um moletom meu pra você.— Tá bom. Que horas você passa aqui em casa?— Daqui uma hora.Passado uma hora, Pietro estava lá, na porta da casa de Rafaela. Ele foi logo abrindo a porta e pegando a mala de Rafaela.— Porra, a gente vai passar um fim de semana na praia, não vamos nos mudar para lá. Que mala pesada.Pietro colocou a mala de Rafaela no porta malas e entrou no carro.A viagem começou bem, ao som de Cazuza. Rafaela cantarolava as músicas enquanto Pietro reclamava pelo fato de ter um carro dirigindo muito devagar bem na sua frente. Pietro ficava extremamente nervoso com pessoas que dirigiam devagar na estrada.— Pietro, acho que vai chover e a gente não vai aproveitar a praia.— Rafaela.— Oi.— Você é de açúcar?— Não.— Então qual o problema de chover?— Chato!— Prefiro quando você me chama de teu chato.Pietro não deixou Rafaela falar nada e beijou-a.— Seu idiota, eu estou tentando ficar nervosa com você.— Você fica linda quando está nervosa, sabia disso?Rafaela não disse nada. Pietro somente riu.Pietro continuou dirigindo. A praia era um pouco longe. Pietro tinha uma casa na praia. Os dois geralmente iam para lá. A casa não era muito grande, mas era suficiente para uma estadia de um, dois dias.Três horas depois da saída, eles chegaram na praia. Pietro foi tirando as malas do carro e colocando elas dentro do quarto. Ele abriu as janelas de casa para entrar um ar.O tempo estava agradável. Nem muito quente, mas nem muito frio. Rafaela ainda estava usando o moletom de Pietro.— Rafa, corre. Vamos pra praia antes do almoço.— Tá, tá.Os dois foram andando até a praia. Era uma boa de uma caminhada, a casa de Pietro era mais para o centro da cidade. Os dois foram de mãos dadas até a praia. A cidade não era muito grande, ela era pequena por sinal. Pietro passou grande parte de sua infância lá. Ele era conhecido pelas pessoas na rua e parava de pouco em pouco para cumprimentar mais alguém. Rafaela ficava furiosa, pois ela queria chegar logo na praia, mas ela não dizia nada e só dava um sorriso em forma de cumprimento para todas as pessoas que paravam Pietro na rua.Eles foram chegando mais perto da praia e Pietro foi tirando sua camiseta.— Vamos Rafa, corre.Pietro segurou a mão de Rafaela e foi correndo com ela até a beirada do mar.— Pietro, a água está gelada, não vou entrar no mar não. Vou te esperar ali debaixo daquela barraca. Parece que vai chover.— Para de frescura Rafa, vamos nadar um pouco.— Não Pietro, eu já disse. A água está gelada.Pietro jogou água em Rafaela.— Idiota.— Seu.— O que?— Seu.— Tá, eu entendi. Mas seu o que?— Seu idiota.— Ainda bem que você sabe.— Agora vem cá, vamos nadar um pouco.Rafaela chegou perto de Pietro e ele jogou-a na água e logo depois beijou-a. Os dois permaneceram lá, naquela praia, o restante da tarde. Eles pararam para comer uns pastéis naquela barraca que Rafaela tinha dito que iria esperar Pietro.Rafaela parou de reclamar e entrou no mar sem problema algum.Pietro e Rafaela estavam nadando quando Pietro parou de nadar e quebrou o silêncio.— Rafa…— Diz Pietro.— Obrigado.— Por que?— Por me fazer o cara mais feliz do mundo. Eu te amo.Pietro não deixou Rafaela respondê-lo, ele simplesmente fechou seus olhos e antes mesmo de sua namorada dizer algo, ele beijou-a.” por: Arthur
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